
A Geração Z é agora a faixa etária com maior frequência de presença presencial nas igrejas norte-americanas, superando inclusive os Millennials, numa reversão que o próprio Barna classifica como inversão geracional.
O jovem da Gen Z que frequenta igreja comparece, em média, 1,9 domingo por mês. Os Millennials ficam logo atrás, com média de 1,8 visita mensal, enquanto gerações mais velhas, que historicamente formavam a espinha dorsal da frequência eclesiástica, ficam para trás nesse indicador. Para uma geração descrita como hiperconectada, céticai em relação a instituições e marcada pela ansiedade pós-pandemia, o dado é desconcertante. E significativo.
Os pesquisadores fazem uma ressalva importante, no entanto. O número reflete, em parte, um "efeito de seleção": os menos comprometidos deixaram as igrejas durante a pandemia, e os que permaneceram são mais dedicados. A base diminuiu, mas se tornou mais densa e mais engajada. Isso muda o tipo de pergunta que a liderança precisa responder. Já não é apenas "como trazer mais gente", mas "como discipular quem chegou e está disposto a ficar".